Vejo pó embaixo da terra! Pó humano que um dia foi matéria arrogante! Pó de "homens" que se julgaram poderosos, indestrutíveis, imortais, S oberbos, T erríveis e, F erozes. "Homens" que para eles, os indefesos representavam apenas o chão a ser pisado e pisoteado! Também vejo o pó dessecado pela terra que os sugava ainda em vida, embora eles não se atentassem ao fato!
Agora até posso ver os ossos já alvacentos, dessecados, que mesmo tendo sido a casa da podridão, ainda resistem e resistirão por algum período a ação do tempo! Tempo este que os consumirá em definitivo e mostrará que ninguém sobre a face da Terra tem o poder absoluto sobre qualquer coisa!
Desta vez vejo almas aflitas, amarguradas, nas fornalhas ardentes! Almas que se subjugaram sobre as demais! Almas penadas, quase sem nada, apenas com a ânsia de reviver todas a soberba! Almas que jamais retornarão, pois, mesmo que o senhor das trevas as expulse ou o SENHOR dos senhores tenha misericórdia, jamais voltarão. Essas almas miseráveis jamais se subjugarão outra vez às outras!
Cuide da sua alma, mano ainda mortal!