SAL... SALM... SALMO?
SEGUNDO A DURA REALIDADE...!
Tu, que tentas habitar sob a proteção do Mitíssimo, que moras na sombra do impotente, dize ao teu senhor: pensei que fosses o meu refúgio e minha cidadela, meu deus, em quem pudesse confiar, mas que, infelizmente não confio. Pensei que eras aquele que me livraria do laço do caçador, e das pestes perniciosas. Que me cobririas com suas plumas e que sob os seus cuidados eu encontraria o refúgio tão esperado. Sua infidelidade jamais será o meu escudo de proteção, agora vejo. Mais do que nunca, de agora em diante temerei os terrores noturnos e diurnos, as flechas que voam à luz do dia e da noite, verei a peste se propagar nas trevas, o mal grassar pela manhã, ao meio-dia, à tarde, à noite e de madrugada. Cairão mil homens à tua esquerda e dez mil à tua direita, mas tu não serás atingido, porque vestes a capa preta. Creio que tu, com teus próprios olhos, contemplarás o teu castigo de pecador, porque o Senhor Verdadeiro nunca será o teu refúgio, já que te escolhi, por asilo, também serei castigado. Estou vulnerável e sinto que agora todo mal me atingirá, todo flagelo chegará à minha tenda, porque meus anjos desistiram de me guardar em todos os meus caminhos. Eles não mais me sustentarão em suas mãos, para que eu tropece em alguma pedra. Sobre serpentes e víboras andarei, calcarei aos pés, sandálias de pregos. Por se unir a ti, dito cujo, não serei livrado do castigo. Não serei protegido, já que conheci o teu nome e te apoiei, Mitíssimo. Mas te digo com firmeza que quando invocares ao Senhor dos senhores, tu não serás atendido. Sei que na tribulação estarei contigo, Mitíssimo. Jamais serei livre e o coberto de glória por tua causa. Tu também serás desfavorecido de longos dias, e não lhe será mostrada a salvação, tal qual a mim.
Entendam como quiserem, desejarem, como bem entenderem!
SEGUNDO A DURA REALIDADE...!
Tu, que tentas habitar sob a proteção do Mitíssimo, que moras na sombra do impotente, dize ao teu senhor: pensei que fosses o meu refúgio e minha cidadela, meu deus, em quem pudesse confiar, mas que, infelizmente não confio. Pensei que eras aquele que me livraria do laço do caçador, e das pestes perniciosas. Que me cobririas com suas plumas e que sob os seus cuidados eu encontraria o refúgio tão esperado. Sua infidelidade jamais será o meu escudo de proteção, agora vejo. Mais do que nunca, de agora em diante temerei os terrores noturnos e diurnos, as flechas que voam à luz do dia e da noite, verei a peste se propagar nas trevas, o mal grassar pela manhã, ao meio-dia, à tarde, à noite e de madrugada. Cairão mil homens à tua esquerda e dez mil à tua direita, mas tu não serás atingido, porque vestes a capa preta. Creio que tu, com teus próprios olhos, contemplarás o teu castigo de pecador, porque o Senhor Verdadeiro nunca será o teu refúgio, já que te escolhi, por asilo, também serei castigado. Estou vulnerável e sinto que agora todo mal me atingirá, todo flagelo chegará à minha tenda, porque meus anjos desistiram de me guardar em todos os meus caminhos. Eles não mais me sustentarão em suas mãos, para que eu tropece em alguma pedra. Sobre serpentes e víboras andarei, calcarei aos pés, sandálias de pregos. Por se unir a ti, dito cujo, não serei livrado do castigo. Não serei protegido, já que conheci o teu nome e te apoiei, Mitíssimo. Mas te digo com firmeza que quando invocares ao Senhor dos senhores, tu não serás atendido. Sei que na tribulação estarei contigo, Mitíssimo. Jamais serei livre e o coberto de glória por tua causa. Tu também serás desfavorecido de longos dias, e não lhe será mostrada a salvação, tal qual a mim.
Entendam como quiserem, desejarem, como bem entenderem!